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Uespi promove 2ª edição do Ciclo de Conversa sobre Autismo

O evento acontece dia 4 de abril às 14h, na Associação de Amigos dos Autistas do Piauí (AMA)

Em favor do conhecimento sobre o autismo, a Universidade Estadual do Piauí (Uespi) realizará a 2ª edição do ciclo de conversas sobre o assunto com o tema: Música e suas aplicações com o autismo sob o olhar da Musicoterapia. O evento acontece na quarta-feira (4) às 14h, na Associação de Amigos dos Autistas do Piauí (AMA).

Voltado para o público de estudantes, profissionais de saúde e familiares, o evento objetiva facilitar a inclusão e participação da pessoa com autismo na vida social e convivência e proporcionar educação e saúde para quem cuida de outras pessoas com autismo, independentemente de serem familiares, profissionais de saúde, ou pessoas interessadas na causa.

“É um projeto que acontece na primeira quarta-feira de cada mês. Nós iniciamos no Poti Velho e agora estamos na AMA. O diferencial é que fazemos rodas de conversas, ou seja, não é uma aula, nós procuramos fazer em forma de oficina democráticas para que as pessoas se sintam inseridas no processo educativo e não sejam apenas meros espectadores” afirma a docente do curso Fisioterapia, Michelle Torres.

A professora comenta ainda que o projeto faz parte de um ensino de extensão e conta com a participação de alunos e outros professores. “O projeto tem dito uma boa acessibilidade por esta metodologia ser ativa e democrática e as pessoas se sentirem à vontade para participar e contribui” diz.

Pensando no acolhimento do público autista, o momento conta com uma palestra que tratará sobre o poder da música na terapia do autista. A palestrante Nydia Cabral conta que como educadora musical e musicoterapeuta busca trazer experiências na formação de futuros profissionais.

“Abordaremos de forma cientifica e prática a música e seus elementos e todo o potencial transformador, inclusivo e positivo que tem. Mas também o perigo de ser utilizado de forma negativa, inadequada e ser reforçadora de ações e características não funcionais e inclusivas. De forma prática e tomando exemplos trazidos por mim e pelo público” afirma a palestrante.

Fonte: Portal do Governo do Piauí

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