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Piauí não adere ao modelo de escolas cívico-militares proposto por Bolsonaro

De acordo com o MEC, 15 estados e o Distrito Federal aderiram ao programa das escolas cívico-militares, lançado pelo governo federal em setembro

Nesta terça-feira (01/10), o Ministério da Educação (MEC) anunciou que 15 estados e o Distrito Federal aderiram ao programa das escolas cívico-militares, lançado pelo governo federal em setembro. O Piauí, assim como quase todo o Nordeste, preferiu não aderir ao modelo. 

De acordo com o Governo Federal, os estados que aderiram ao programa foram Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, na região Centro-Oeste; Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, na região Norte; Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no Sul; Minas Gerais, no Sudeste; e somente o Ceará, no Nordeste.

Para que o programa tenha maior adesão, MEC anunciou  um novo período para adesão – desta vez, voltado para os municípios. Prefeituras terão de 4 a 11 de outubro para solicitar a participação.

“[A seleção é] para todos os municípios, de estados que aderiram e de estados que não aderiram. Definiremos com base em critérios técnicos”, explicou o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

A seleção dos municípios levará em conta a possibilidade de mobilização, em primeiro lugar, de profissionais da reserva das Forças Armadas. Caso não haja efetivo de Exército, Força Aérea e Marinha no município, a opção são membros das corporações estaduais, ou seja, policiais e bombeiros militares.

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