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Estados Unidos anuncia que chefe do Estado Islâmico se matou durante ação na Síria

Abu Bakr al-Baghdadi, um dos terroristas mais procurados do mundo, se suicidou ao explodir um colete com explosivos

O chefe do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, morreu durante uma operação militar dos EUA na Síria, confirmou Donald Trump, presidente dos EUA, durante pronunciamento nesta manhã de domingo (27).

Ele afirmou que al-Baghdadi, um dos terroristas mais procurados do mundo, se suicidou ao explodir um colete com explosivos, ao lado de três crianças.

Ele estava sendo perseguido em uma operação com oito helicópteros na província de Idlib, no noroeste da Síria.

Segundo Trump, o corpo foi identificado 15 minutos depois, por meio de teste de DNA. Outras pessoas ligadas ao Estado Islâmico também morreram e algumas foram capturadas e estão presas.

"Nenhum oficial americano morreu durante a operação", disse Trump. "Onze crianças foram retiradas do local e estão bem", completou o presidente. Ele assistiu a operação ao lado do vice Mike Pence e de oficiais do exército americano.

"Um assassino brutal foi eliminado. Ele não vai fazer mal a nenhum homem e nenhuma mulher. Morreu como um cachorro, como um covarde", disse Trump.

Ele agradeceu a ajuda de informações obtidas com ajuda de outros países como Rússia, Turquia, Síria e Iraque. Trump disse que os russos, no entanto, não sabiam detalhes da operação. Ele também acrescentou que os EUA ainda não cogitam uma retirada da Síria.

O líder da organização jihadista apareceu pela 1ª vez em 5 anos, em abril deste ano, em um vídeo de propaganda transmitido pelo Estado Islâmico.

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