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Cultura Negra Estaiada na Ponte aborda o tema Liberdade Religiosa em sua sétima edição

Seguindo os moldes de edições anteriores, grupos afro irão se apresentar no estacionamento da Ponte Estaiada. A ideia é fortalecer as ações de monitoramento e controle social de políticas públicas na saúde, educação, entre outras.

Tradição em Teresina, o Cultura Negra Estaiada na Ponte aborda, neste ano, o tema “Liberdade Religiosa”. O evento será realizado dia 24 de agosto, no Parque Nova Potycabana, com entrada gratuita.

Seguindo os moldes de edições anteriores, grupos afro irão se apresentar no estacionamento da Ponte Estaiada. A ideia é fortalecer as ações de monitoramento e controle social de políticas públicas na saúde, educação, entre outras.

Com objetivo de promover a igualdade e inclusão social dos povos de matriz africana, o Cultura Negra é um espaço para mostrar uma das grandes expressões do país e revelar a capacidade de produção desses grupos.

“O Cultura Negra Estaiada na Ponte chega em sua sétima edição com uma grande voz, pela expressão dos povos e pela importância de tratar sobre a intolerância religiosa que ainda se faz presente em nosso país”, disse Pai Rondinele de Oxum, coordenador do evento.

Em Teresina são mais de 700 terreiros, entre candomblé e umbanda, em sua maioria. O Cultura Negra Estaiada na Ponte conta também com uma vasta programação nos dias 22 e 23 de agosto, com o Seminário Estadual de Comunidades Tradicionais de Terreiros do Piauí e o II Festival de Tambozeiro.

No sábado, 24, a proposta segue com a caminhada do axé, seguindo em direção ao estacionamento da Ponte Estaiada, onde acontecem apresentações artísticas e feira de produtos afros e o resultado da final do Festival. Ainda segundo pai Rondinele, o evento vem se consolidando com o decorrer dos anos.

“A cada ano o evento se consolida com aquilo que o Brasil tem de mais expressivo, que são as religiões de matriz africana e essa edição, em especial, vamos falar de um assunto de extrema importância que é o fim da intolerância religiosa e racial”, afirma.

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