Não se trata apenas da euforia diante de uma seleção forte que joga a Copa do Mundo em casa. O favoritismo da França é sentido e, de certa forma, reconhecido pelo Brasil.

Antes superior do que as próximas adversárias dentro do cenário mundial do futebol feminino, a Seleção chega às oitavas de final tentando mostrar que, apesar do trabalho bem feito das francesa nos últimos anos, a essência brasileira e seus talentos ainda são capazes de façanhas que contrariam qualquer projeção.

Esse é o pensamento da seleção brasileira que entra em campo neste domingo, às 16h (de Brasília). O jogo vale vaga nas quartas de final do Mundial e será disputado em Le Havre.

Assim como tem acontecido em todos os jogos da França, a expectativa é novamente de casa cheia.

Nos últimos dias, desde que se teve e confirmação do confronto com as anfitriãs, o Brasil se tornou centro das atenções para a mídia local que acompanha a Copa do Mundo. Na véspera do duelo, o técnico Vadão e a atacante Debinha concederam entrevista coletiva e receberam uma chuva de perguntas de franceses.

Por algumas vezes, tiveram de repetir que era possível vencer as adversárias.

"Apesar dos problemas que tivemos, temos uma seleção que tem condição de fazer frente à França. A França tem torcida a seu favor, vive momento especial, quesitos que favorecem, mas tecnicamente falando, as coisas só vão se resolver no campo. Nós nos sentimos muito confiantes em relação ao jogo", disse o treinador brasileiro.

Nesta Copa do Mundo já se conhece os motivos que tornam a França uma das favoritas no duelo deste domingo e também ao título.

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