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Gerenciamento de riscos nas licitações: uma realidade necessária da administração pública

Os riscos da administração são incontáveis e multidisciplinares, são originados do social, jurídico, financeiro, contábil, entre outros

A administração publica brasileira vem sendo cada vez mais pressionada a se organizar para que possa de maneira mais efetiva utilizar os recursos. Porém ao meu ver a mesma depara se na grave dificuldade para planejar, com inovação e eficiência, suas atividades políticas e sociais.

Os riscos da administração são incontáveis e multidisciplinares, são originados do social, jurídico, financeiro, contábil, entre outros. Por essa razão que antes de se projetar uma gestão de risco é preciso mapeá-la, para definir o que se pretende suprimir.

A gestão de riscos é hoje uma exigência normativa e representa mecanismos efetivos para minimizar imprevistos e lidar com suas consequências, diminuir desperdícios e garantir eficiência.  Diante disso o gestor precisa estruturar sua equipe utilizando modelos desburocratizante de controle, com procedimentos que facilitem os tramites internos, proporcionando um mapeamento de riscos acertado.

Para que essa implementação de uma gestão de riscos seja realmente eficiente é preciso envolver todas as áreas técnicas proporcionando qualificação adequada, pois Leis, normativas e o TCU estão exigindo do agente público ações relativas a planejar, julgar e gerir os contratos sob a perspectiva do risco, e ainda que os órgãos  reconheçam a grande dificuldade de qualificação técnica desses agentes nesse tema e sua novidade para a administração, é preciso começar a no preparar, pois não há dúvidas que uma gestão de riscos ineficiente pode agravar os graves cenários encontrados na administração pública brasileira atualmente.

*Ana Albuquerque, Bacharel em Direito, Consultora na área administrativa de licitações e contratos Públicos e Privado, Sócia Fundadora da empresa LICITTARI.

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